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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Os encantos de Fernando de Noronha: último episódio da minha lua de melno nordeste!

Ahhh, Noronha!
Como eu disse, sempre quis passar minha lua de mel lá! Ficava olhando as fotos e sonhando com o dia em que conheceria esse paraíso brasileiro e, de fato, é um paraíso mesmo!
Pra entrar na ilha, é necessário pagar a taxa de preservação ambiental. Custa em média R$100,00 por dia, por pessoa. É a forma que eles encontram de limitar o número de visitantes na ilha e investir em políticas para manter o local o mais natural possível. Só há dois voos por dia. As passagens às vezes são o mesmo preço que de viagens à Europa, então é preciso ficar de olho para encontrar promoções razoáveis.
Quando se chega lá, é preciso pagar também o cartão que dá acesso às trilhas que levam às praias de preservação. A ilha tem 17km² e boa parte dela faz parte do Parnamar (Parque Nacional Marinho). A outra é a APA (Área de Proteção Ambiental), que visa conciliar a ocupação populacional e o turismo com a preservação do meio ambiente.
Ficamos na Pousada Algas Marinhas, que era super bem localizada perto do centro histórico (a maioria delas são domiciliares, de madeira, super aconchegantes). No dia que chegamos, fizemos uma caminhada pra conhecer os arredores e pegamos uma trilha pelas praias do Cachorro, do Meio e da Conceição. Foi o suficiente pra já nos apaixonarmos pelo lugar!
No dia seguinte, fizemos um Ilha Tour, um passeio guiado que dura o dia todo, e nos leva às principais praias do arquipélago. Nosso guia, o Xaxá (TODO mundo conhece ele), além de excelente mergulhador, tira altas fotos dos turistas! Foi aí que conhecemos a Baia do Sancho (considerada a praia mais bonita do mundo pelo TripAdvisor) e a Baia dos Porcos, aquela do cartão postal da ilha os Dois Irmãos (chega-se nela pela Trilha do "Ai que lindo", pois é justamente essa a expressão que todo mundo tem quando dá de cara com esse visual)!
Nesse dia, fizemos também nossos primeiros mergulhos livres na Praia do Sueste e na Baia do Sancho (você pode levar seu snorkel ou alugar o equipamento lá por cerca de R$20,00 o dia). É incrível a transparência da água e a variedade de peixes que é possível ver! Vimos tubarões de vários tamanhos e nadamos do ladinho de tartarugas!
Depois, fomos ao Air France, conhecemos o Museu do Tubarão e terminamos o passeio assistindo ao por do sol do Mirante do Boldró!
No terceiro dia, fizemos um passeio de barco, que sai do porto e vai até o berço dos golfinhos, onde é possível ver vários deles saltando e nadando junto com o barco. Depois, mergulhamos na Praia do Sancho novamente e fizemos o passeio de prancha (são pequenas pranchas amarradas ao barco, que vão sendo puxadas devagarzinho e você consegue ver toda a vida marinha da Praia do Porto, inclusive uma embarcação naufragada há anos).
Nos outros dias, alugamos um buggy pra chamar de nosso e voltamos com calma nas praias que mais gostamos. Entre elas, a Cacimba do Padre, onde tem uma vista linda dos dois irmãos e barraquinhas de palha pra se proteger do sol, e a Baia dos Golfinhos, de onde se vê um por do sol super gostoso!
Ouvi muita gente falando que três dias era suficiente pra conhecer a ilha. Nós ficamos seis e ainda assim queríamos ter ficado mais. Só no último dia conseguimos agendar a entrada na praia do Atalaia. São piscinas naturais limitadas à entrada de um máximo de 70 pessoas por dia. Por isso, o ideal é já agendar esse passeio no dia da sua chegada e, quanto mais cedo, mais a maré tá calma e mais se pode ver as espécies e corais.
Como o Douglas disse, em Fernando de Noronha tem uma promoção que é "Pague 3 e Leve 1". Sim, as coisas são praticamente o triplo do preço que em outros lugares. E não é só para os turistas não, os moradores também reclamam que, devido ao difícil acesso e a impossibilidade de utilização dos recursos naturais, tudo é mais caro. Em compensação, o ambiente é extremamente preservado.
Por isso super vale a pena. As paisagens deslumbrantes e a paz que se encontra lá, não tem preço!

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sábado, 15 de novembro de 2014

Lua de mel no nordeste: passeios em Jericoacoara, uma vila supercharmosa!

Jericoacoara sempre foi um lugar que queria conhecer! Lembro de uma aula de geografia láá na quinta série quando aprendi que essa estava entre uma das dez praias mais bonitas do mundo. Depois que minhas irmãs foram, essa vontade só aumentou, já que elas voltaram com fotos lindas e falando super bem da vila.
Ela fica a quase quatro horas de Fortaleza. Quando se chega em Jijoca, deixa-se a estrada de asfalto e começa um verdadeiro rally (em 4x4 ou D20s, carinhosamente chamadas de pau de arara) por cerca de uma hora, num verdadeiro deserto de areia. Acho que esse isolamento e climinha de "aventura" pra chegar é uma das coisas que já surpreendem os turistas e deixam a viagem ainda especial.
Toda de areia, sem trânsito ou postes de iluminação, a vila de pescadores é definitivamente um charme. De dia, parece simples e calmo. À noite, todos os vários barzinhos se iluminam com velas e luzes coloridas em árvores e vozes e violões tocando MPBs delicinhas invadem o ambiente, deixando o clima super romântico.
Um dos primeiros passeios que fizemos foi a caminhada até a Pedra Furada, um dos cartões postais do lugar. Dá mais ou menos uma hora de caminhada, descendo pelas pedras até chegar à praia.
No dia seguinte, pegamos um passeio em direção ao oeste. Você paga em média R$50,00 por pessoa para o buggeiro que te guia pelo litoral, passando pelo braço de mar (o delta do guriu) onde tem um barquinho de madeira para ver cavalos marinhos. Depois, o buggy atravessa o delta numa balsa, passa pelo mangue seco, que tem uma vista linda e super diferente com as raízes das plantas todas expostas, até chegar na Velha e Nova Tatajuba (aí dá pra ver a força das dunas móveis, que soterraram a antiga vila e as dunas fixas, que começam a formar esculturas de pedra no local).
Lá, há também a Duna do Funil com mais de 80 metros, onde a galera descia de esquibunda e caia numa lagoa. Mas a falta de chuvas fez a lagoa secar e, dar de cara na areia, não despertou muito a minha vontade. Por fim, fomos pra Lagoa Torta, onde há redes e mesinhas pra lanchar com os pés na água!
Do lado leste, no dia seguinte, seguimos em direção à Lagoa do Paraíso, passando pela Árvore da Preguiça, outro cartão postal da cidade, pelos seus 4 metros de extensão, deitada na areia por conta dos fortes ventos.
A lagoa é realmente um paraíso, água cristalina, jangadas e redes pra passar o dia inteiro no sossego.
Nesse dia ainda fomos à Duna do Por-do-sol. Programa imperdível pra todo mundo que vai a Jeri (todos os dias, sobe uma multidão pra lá e a galera bate palma quando o sol se põe, é super bacana - tirando o vento forte!)
Algumas observações:
1 - Fomos na época que mais venta: de outubro a dezembro. E, dependendo de onde estiver, a força do vento é quase insuportável, além de deixar a água mais turva e, consequentemente, não tão bonita. Dizem que a melhor época para visitar é no inverno (março a setembro), que eles chamam de verão. É quando não há chuvas e ventos.
2 - Andar por Jeri é sempre uma aventura. Às vezes o carro atola nas dunas de areia e os moços precisam descer pra empurrar.
3 - Na Lagoa Torta pedimos o cardápio e eles trouxeram uma bandeja cheia de peixes recém pescados pra gente escolher!
4 - Ficamos no hotel Onda Blue, que é super charmoso, inspirado nas construções de Santorini, na Grécia. Tivemos ótimas referências também da Pousada do Maurício, que minhas irmãs ficaram, e é bem no centro da vila!
5 - As coisas na vila e região são bem em conta, inclusive as diárias. A água de coco chega a custar R$1,00! Vale super a pena!

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Lua de mel no nordeste: Fortaleza, Beach Park, Morro Branco e CanoaQuebrada

Já to morrendo de saudade do vento forte, sol gostoso e climinha de sossego que tomou conta dos meus dias nas últimas semanas. Por isso, vim compartilhar um pouquinho desse passeio com vocês.
Sempre falei que só casava se minha lua de mel fosse em Fernando de Noronha (exigente eu nem sou)! Não sei por quê, mas acho que lua de mel combina com praia, sombra e água fresca (depois da maratona do casamento, nada melhor que isso) e conhecer esse lugar sempre foi um sonho! Então o Douglas levou ao pé da letra e aproveitamos pra conhecer um pouquinho do nordeste, que até então mal conhecíamos e sei que tem lugares incríveis, bem aqui, em terrinhas brasileiras.
Começamos por Fortaleza e confesso que, carioca do brejo que sou, me assustei com o tamanho da cidade, que é enorme. Ficamos na Praia do Futuro (que é linda, mas dizem ser bem perigosa à noite) e o primeiro dia foi dedicado ao Beach Park, que é o maior parque aquático da América Latina. 
Dá pra reservar o passeio direto pelo hotel, fizemos pela Enseada, que leva e busca os turistas de micro ônibus. O Douglas tava doido pra conhecer o parque, ele adora essas coisas, e não é o meu programa favorito, mas até que foi bem divertido mesmo, principalmente o tal do Insano, que é o maior tobogã do mundo, com 41 metros! A sensação é muito louca, porque a inclinação da descida é de quase 90º, então seu corpo desgruda da plataforma e você cai quase que em queda livre. Uma daquelas experiências que você precisa viver pra dizer que sobreviveu!
Mas o que assusta mesmo é o preço das coisas: R$8,00 numa garrafinha de água, por exemplo. A entrada custa 170 por pessoa. A dica é levar lanches e alugar um guarda-volume, pra poder circular lá à vontade e aproveitar os toboáguas (principalmente os de boias, que são os mais divertidos)!
No dia seguinte, pela mesma empresa de turismo, fechamos um passeio por três destinos: Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada (é uma boa opção pra quem está indo pela primeira vez e não tem muito tempo, além de ser relativamente "barata", cerca de R100,00 por pessoa). O Morro Branco é famoso pelas suas falésias, de onde se extraem areia colorida para aqueles artesanatos em vidro. A vista é bem bacana!
De lá, o tour continua de buggy pelo litoral (a parte mais divertida e paga à parte - R$60,00) até a Praia das Fontes, onde dizem ter uma fonte da juventude (ok, eu acredito nessas coisas) - anyway, tem várias bicas de água doce e algumas lagoas bem tranquilas também.
Canoa Quebrada foi o último destino e, apesar de sempre ouvir muitos elogios, não achei o lugar tão bonito assim. Além do buggy e de um passeio de jangada, as atrações são tirolesa e parapente (que me arrependi de não ter feito, mas tava com muita fome e preferir provar a culinária local, que é realmente muito boa). Talvez a graça seja realmente à noite, como costumam dizer que super bomba, especialmente na Brodway, uma rua tradicional da cidade.
Como não ficamos por lá, voltamos para Fortaleza para partir no dia seguinte para Jericoacoara! Já recebi vários recadinhos pedindo dicas de lá e já já publico o post aqui! :)


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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Resumão do mês

Desde que eu comecei o desafio, o blog se tornou quase que unicamente um lookbook né?!
Mesmo postando algumas dicas de diy e textos sobre o tema, tenho sentido falta de discutir outros assuntos.
Só que, muitas vezes, me falta tempo pra fazer posts diários. Então resolvi criar um resumão, com tudo que me chamou atenção no mês que passou.
E pra inaugurar a sessão, não poderia falar de outro assunto que não as manifestações. Aconteceram em várias cidades e me encheram de orgulho. Ver tanta coisa que estava agarrada na garganta em cartazes tão criativos, me fez voltar a acreditar que talvez o Brasil ainda tenha jeito.

Até a Glorinha Kalil entrou na conversa, com as suas dicas de como se vestir nas passeatas. "O tecido é o mais importante. Impermeáveis são uma boa defesa contra gás lacrimogêneo." #vergonhafeelings
Só que aí teve a Copa das Confederações, e mesmo com tantas discussões sobre a verba empenhada na construção dos estádios, todo mundo parou pra ver futebol. O Brasil ganhou, tudo muito bonito, mas, espero que a luta não termine por aí, a lista ainda tá beeem grande.

Voltando a falar sobre o mundo da moda, a Chata de Galocha publicou outro dia um vídeo da tag "Loucas por sapatos" e eu confesso que fiquei extremamente louca quando eu vi. Que sapateira é essa, gente? Cada sapato magnífico e que te faz querer ter vários, milhões, trilhões de pares! Destaque para o sapato mais caro da coleção: apenas 700 libras. Quase 2100 reais. Isso mesmo?

Logo em seguida essa matéria me chamou atenção: como assim a Emma Watson tem apenas oito pares de sapato? Achei super legal o discurso dela, mas, frequentando tantos red carpets, será que ela mantém esse número comprando um novo a cada ocasião e descartando outro "velho"?
Bom, sapatos à parte, outro tema super discutido na hora do jantar é a atuação do Mateus Solano na Novela Amor à Vida. Ele tá arrasando né?! Morro de raiva e de amores pelo personagem. E os memes nas redes sociais não param de pipocar!
No cinema, o filme da vez é o "Minha mãe é uma peça". Mesmo com o roteiro fraco e alguns grandes clichês, o Paulo Gustavo nos rende risadas do começo ao fim!
Pra terminar, o Porta dos Fundos mandou bem mais uma vez. Já viu o vídeo Reunião de Emergência?
Bem, voltamos ao início, né?

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vão butecar?

Sou daquelas que vai onde tem comida boa, sabe?! #gordicefeelings mesmo!
E amanhã começa mais uma edição do concurso Comida di Buteco, competição gastronômica que escolhe o melhor petisco de bares, em 16 cidades do Brasil. Eu fico com água na boca e tenho vontade experimentar TO-DOS.
O objetivo do concurso é reforçar a culinária de raiz, aquela com ingredientes típicos e receitas passadas de geração em geração. Então, nada de bares chiques não, o negócio é entrar em buteco mesmo, ver o dono do bar cozinhando e te servindo pessoalmente, com a maior simplicidade do mundo!
Outra coisa legal é o slogan "A verdadeira rede social", convidando as pessoas a se desconectarem e sentarem numa mesa de bar pra conversar cara a cara!
Bom demais né?!
Aqui em JF rolou ontem a Caravana da Imprensa, com uma prévia desse desbunde gastronômico. Visitamos três bares, que nos serviram pratos tão maravilhosos, #mineiragulosaquesou, que não consigo nem eleger o melhor. Então, aí estão umas fotos pra vocês verem do que eu to falando!

Caminho da Roça - Bolinho de Mandioca com Carne Seca:

Bar do Luiz - Cesto Mineiro:
Vista Serrana - Mandioca com Costela a Serrana:

Eu com a boca na botija:

E os jornalistas felizes e sorridentes:
Que tal?! Vão butecar?!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Museu de grandes novidades

Como falei no post anterior, conheci Inhotim no final de semana passado e não podia deixar de postar sobre ele aqui!
Já tinha ouvido maravilhas sobre lá, mas só indo pra entender de fato a grandiosidade do lugar!
Inhotim reúne duas coisas que amo: natureza e arte moderna.
São 300 hectares e aproximadamente 500 obras espalhadas por seus jardins e galerias, sendo o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo.


Mas tudo isso não encanta somente os "ratos de museu". Inhotim é mais do que a contemplação do belo. É uma mistura de sensações. As obras e instalações mexem com diversos sentidos, mostram velhos objetos sobre novas perspectivas e tudo isso de forma bem "despretensiosa".
Na galeria Cosmococa, por exemplo, as várias salas te convidam a deitar em redes, descansar em colchões gigantes, estourar e brincar com bolas de soprar e até nadar em uma piscina, tudo isso acompanhado de projeções nas paredes e músicas que enchem o ambiente.
Um dia lá é muito pouco pra se conhecer tudo.
Dá vontade ficar horas contemplando cada galeria e sentar pelos diversos bancos de madeira nos jardins, apenas contemplando a natureza.
E tudo isso tão perto da gente, bem aqui no Brasil, sendo que diversas pessoas nunca nem ouviram falar sobre o local.
Então, pra quem não conhece, mais algumas fotos que, certamente, te irão fazer querer sair correndo pra lá!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

I love Minas, uai

Comecei a usar o Google Analytics pra mensurar os acessos no blog, e achei super interessante o fato de, mais que de juiz de fora, a maioria dos visitantes [32%] são de BH.
Por coincidência, nesse final de semana fui a um restaurante tipicamente mineiro comemorar o níver do meu irmão e gente, mais uma vez me dei conta do quanto eu amo Minas!
Modéstia parte, além de um povo hospitaleiro e muito gentil [em sua maioria, é claro], essa galera não costuma contar vantagem sobre tudo [comportamento popularmente chamado de "come quieto"!].
Mas numa coisa largamos a humildade e somos muito esnobes: não há comida melhor que a mineira!
Quando estava no exterior, o que mais sentia falta era do Pão de Queijo. E é claro, um bom buteco!
Torresmo, madioca, tutu, canjiquinha, arroz doce, queijo Minas. Não há igual!
Tudo num bom fogão à lenha.
Aí vão fotos pra deixar todo mundo com água na boca!


O restaurante/cachaçaria chama Tradição Mineira e fica na BR040, perto do Expominas.
Além de ótima comida, o local é super aconchegante e proporciona contato direto com a natureza. Olha os macaquinhos, que graça!








Obs.: a fofa da Larissa do Confissões da Gente fez um post lindo sobre mim, minhas viagens e looks. Confira aqui!
Eu adorei!
Beijos
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