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domingo, 28 de setembro de 2014

Minha humilde opinião sobre blogs de moda

Como eu postei essa semana nas redes sociais, participei de um ciclo de palestras na semana de moda do Independência Shopping. Eu e mais quatro blogueiras falamos sobre o universo dos blogs e isso me remeteu a esse texto que havia escrito, mas ainda não tinha publicado. 
Tempos atrás, um estilista brasileiro disse no Twitter que não existiam blogs bons e gramaticalmente corretos no Brasil.
Retruquei! Conheço vários blogs de moda bacanas, que tratam o assunto de diferentes formas e linguagens, mas com informação, cuidado e revisão ortográfica.
Como resposta, recebi um: "Pelas roupas, percebe-se que o seu não está entre os melhores".
(Impressionante como as pessoas, muitas vezes pra argumentar, precisam ofender as outras, né?)
Mas gente! Eu nem estava defendendo o meu blog!
A começar que nem me considero uma "blogueira de moda" assim, na totalidade da expressão. Nas redes sociais costumo usar "pseudo blogueira" justamente por achar que não tenho conhecimento e muito menos dedicação suficiente para tal atividade. O blog pra mim sempre foi feito nas horas vagas e por puro prazer.
Mas desde que comecei a acessar a internet, acompanho blogs de moda e meninas que começaram a falar do assunto porque gostavam, foram ganhando destaque e se especializando, e hoje fazem um belo trabalho!
Um ótimo exemplo disso é a própria Cris Guerra, precursora do nosso querido "look do dia" no Brasil e que ganhou tanto domínio no assunto que acabou lançando o livro "Moda intuitiva", o qual, da última vez que procurei, tinha acabado nas livrarias.
Várias dessas pessoas estudaram, se especializaram, se dedicaram e hoje vivem do blog.
E isso não se restringe àqueles que usam roupas caras e de grife. Alguns dos blogs que acompanho e adoro, como por exemplo o Oficina de Estilo, o Hoje vou assim Off e tantos outros, vão justamente na contramão do consumo e mostram que, mais importante que comprar e usar roupas caras e que são a última tendência em Paris, é preciso se conhecer, se gostar e usar aquilo que te faz bem.
E por isso que a blogosfera é tão legal, porque é possível encontrar um monte de idéias bacanas, se informar, fazer amizades e se expressar nessa sociedade tão imperativa em que propagandas e mais propagandas impõem como você deve ser e o que deve vestir.
Conheço milhares de meninas que começaram a compartilhar seus gostos e idéias em blogs e hoje são muito mais felizes e de bem com a vida e com elas próprias. 
E eu sou uma delas. Depois que comecei a compartilhar meus sufocos e descobertas nesse espacinho cibernético durante minha dieta fashion, aprendi a usar aquilo que me fazia sentir bem e a valorizar aquilo que, de fato, importava pra mim.
Por isso, antes de criticar, acho que vale analisar de fato o objetivo de tudo isso. Na minha humilde opinião, a moda é MUUUUITO mais do que alta costura, looks do dia e dicas de beleza, ela é a expressão de um sujeito e sua influência vai muito além da aparência, ela implica diretamente em como a pessoa se enxerga, suas crenças e seu modo de ser. E tem coisa mais singular e interessante que isso?!

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domingo, 21 de setembro de 2014

Sobre treinar o olhar, cidades possíveis e listas

Dia desses, passando os olhos por uma das milhares de abas abertas no computador, um artigo da gringa conseguiu me manter interessado e focado até eu conseguir a proeza de terminá-lo (Quando nos tornamos leitores com a atenção tão difusa? Isso é assunto para outro post, se a memória colaborar).
Infelizmente, o link do artigo sucumbiu no abismo que o arquivo do nosso histórico cibernético virou, mas a ideia era de tentar tirar o melhor da cidade em que se vive, mesmo ela não sendo uma capital internacional da moda, ou referência da gastronomia, ou coisas do gênero.
Essa alfinetada bateu forte e a carapuça foi feita à mão para mim. Sempre vivi por essas bandas da Zona da Mata, enchendo a boca para bradar aos quatro ventos que sairia assim que tivesse oportunidade. Ah, o Rio! Ah, São Paulo! Ah, Paris!
Sim, ainda tenho ressalvas quanto à Manchester mineira, entretanto resolvi entender a cidade pela perspectiva do artigo que tinha uma lista – e eu sou o maluco das listas – das práticas que poderiam melhorar a sua relação com o morar em um lugar, digamos, menos favorecido de atrativos.
Lembro-me que a lista começava com um pedido para treinarmos nosso olhar. Pegar uma câmera e bater fotos aleatórias. Entender as estéticas particulares. Encarar as personalidades locais. Se perder. Fazer programas de turista. Ter um dia o mais típico possível. Ir ao centro. Ir a um bairro em que nunca se havia ido. Coisas assim.
Confesso que não realizei todos os itens da lista, até porque perdi o artigo no turbilhão cotidiano - tirei umas fotos aqui e ali, andei por quebradas nunca dantes trilhadas, aprendi um atalho novo, esse tipo de coisa. O importante foi perceber que treinar o nosso olhar pode ser um exercício diário e divertido. Buscar uma novidade em algo que não damos a devida atenção ou valor.
Experimentar novas vivências em programações já mais do que revisitadas. Tirar o melhor do possível e do potencial do que nos cerca. Sair um pouco do hype de tudo que você pode viver de melhor no futuro, em uma cidade perfeita que só existe na sua imaginação, e botar em prática alguma das suas vontades aqui e agora. É bacana até para confirmar sua opinião de não pertencimento a tal lugar. Até para fazermos as malas de forma mais consciente e decidida.

Acompanhe também @rodrigossauro

domingo, 14 de setembro de 2014

Sobre o que postamos, deixamos de postar e o quanto nos comparamos com os outros

Essa semana, uma matéria chamou minha atenção na internet. Uma jovem simulou uma viagem à Tailândia durante um mês pra mostrar o quanto manipulamos aquilo que postamos na rede. Ela pediu aos pais que a levassem para o aeroporto e, depois, retornou pra casa, de onde fotografou situações em locais próximos e manipulou os fotos no photoshop.
A brincadeira, que na verdade fazia parte de um trabalho de faculdade, me fez lembrar desse outro texto, publicado pela Oficina de Estilo no ano passado e que deixei entre os meus favoritos. Nele, as meninas falam sobre o quanto somos influenciadas por aquilo que vemos na rede e como nos comparamos às outras vidas, de pessoas completamente diferentes de nós, e nos sentimos inferiores ou incapazes de atingir tal "grau de felicidade", sendo que, na verdade, nem sabemos ao certo o que aquilo quer dizer. Essa estranha mania que temos de comparar as coisas o tempo todo.
Uma vez, uma amiga me disse que eu tinha uma vida perfeita. E eu fiquei pensando que, talvez, possa parecer isso mesmo. Sou extremamente grata por ter a família que tenho, por escolher e encontrar aquilo que amo como profissão e por ter saúde e determinação pra correr atrás dos meus sonhos. E eu escolhi dar destaque à essas "bençãos", ao invés de ficar reclamando dos problemas que vão surgindo ao longo dos dias. Apesar de me descabelar e sofrer com elas, eu sei que minhas preocupações são extremamente pequenas.
E fato é que problemas todo mundo tem. Todo mundo passa por períodos mais difíceis que os outros. Assim como todo mundo tem conquistas e alegrias para comemorar (nem que seja nas coisas mais simples da vida), e cabe a cada um escolher se quer fazer dessas alegrias algo maior ou se prefere ficar remoendo aqueles problemas que parecem também cada vez maiores. O que não dá é ficar se comparando ao outro, porque ele está de férias na praia, tem um relacionamento legal ou parece ser cercado de grandes amigos. Não era pra isso ser uma coisa boa?
Acho que é tudo uma questão de ponto de vista!
Depois que parei de comparar meu guarda-roupa com o de grandes blogueiras e milhares de vitrines e comecei a olhar minhas próprias roupas com outros olhos, comecei a me sentir muito melhor e minha relação com a moda mudou radicalmente. Hoje, olho pras tendências e lançamentos não despertando a vontade de tê-los, mas sim, de entendê-los e perceber entre todas as coisas, aquilo que é realmente importante pra mim.
Acho que com a vida é a mesma coisa!

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Atualizando a wishlist

Meu aniversário tá chegando e minha mãe me perguntou o que eu queria de presente.
Fiquei realmente confusa.
Na hora, pensei trinta milhões de coisas (ai meu Deus, quero de uma calça, várias camisetas, dois vestidos, saias e muitos colares), mas depois, repensei e falei: "ah, não sei, não to precisando de nada!".
São realmente desejos, puros e simples. Nenhuma necessidade. E quando a gente quer tudo, a gente não sabe o que quer direito né?
Aí eu lembrei da minha wishlist e resolvi atualizá-la. Como eu já havia falado neste post aqui, essa lista acaba ajudando bem a estabelecer prioridades e perceber aquilo que você realmente precisa, daquilo que você quer só porque tá na moda. A calça listrada é um bom exemplo disso. Ela tava lá no topo e, depois desse post, foi riscada, sem dó nem piedade.
Acho que tem coisas que a gente não enjoa de ter. Tipos t-shirts engraçadinhas e basiquinhas, que ficam boas com tudo.
Outra coisa que to me apegando cada vez mais é no tal do maxi colar. Coloca um por cima de uma dessas t-shirts e pronto, já tá chic. To aprendendo que bijouteria faz mesmo a total diferença. Quando terminar minha dieta fashion, acho que vou matar minha fome numa dessas lojas cheeeia de aneis, pulseiras e colares!
Também percebi que blazers são fundamentais no meu guarda-roupa. Sempre salvam meu dia quando quero ser mais elegante vestindo jeans e camiseta.
Por fim, não quero mais calças! Quero saias, percebi que elas me fazem pensar que estou muito mais arrumada do que to com um jeans!

Pronto. Lista atualizada. Clica aqui pra conferir!
Algumas coisas saíram, outras continuam lá. Mas as minhas escolhas já tão ficando muito mais fundamentadas, conseguem perceber ou é coisa da minha cabeça?!
Então, mais uma vez, convido você a fazer sua listinha também. Ela com certeza vai te ajudar a eleger prioridades e acabar com aquelas endividadoras compras por impulso. #ficadica! :)

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Wishlist ou, o que eu realmente quero!

Como falei nos últimos posts, esses dias tenho sofrido de crises de abstinência e morrido de vontade de comprar milhares de coisas.
Heis que tive a ideia de juntar toda essa minha vontade em uma lista (bem aqui no topo do blog), que vai ser atualizada sempre que surgir um novo desejo.
O objetivo vai ser ver o quanto eu vou economizar com tudo isso, que eu certamente compraria e me endividaria se fosse há um tempo atrás, e refletir, ao final do desafio, se esses meus desejos ainda persistem ou se foram só um impulso imediatista ocasionado por esse incentivo-desenfreado-ao-consumo que nos cerca diariamente!
Afinal, quem nunca sentiu uma vontade enlouquecida de comprar algo, seja porque era lindo, ou porque era barato, e depois se arrependeu?!
As poucas vezes (já que quase sempre minhas compras foram baseadas no impulso) em que pensava no que precisava comprar e ia predeterminada a isso, dava muito mais certo e essas coisas geralmente eram/são as que mais rendem no meu guarda-roupa!
Com a minha dieta fashion, já começo a perceber muito mais claramente o que é ou não importante no guarda-roupa. Como ainda tenho uns bons meses pela frente, tenho muito tempo para pensar nos meu hábitos de consumo e no que eu realmente preciso.
Aí estão algumas coisas que compraria HOJE, tipo right now!
Quem quiser me dar um presente, já sabe!
Nessa brincadeirinha, já seriam uns bons dinheiros a menos na poupança, viu?! E olha que fui bem modesta nessa relação!
Assim, convido você a fazer isso também! Não precisa ficar um ano sem compras, montar uma lista, ou nenhuma outra esquisitice do tipo, mas simplesmente pensar alguns minutinhos antes de realizar uma compra se aquela peça realmente vai ser usável e fazer diferença pra você!
Indo ainda mais fundo na reflexão, nesse post aqui, minha irmã escreveu um comentário super lindo, que serve pra todo mundo refletir um um pouquinho sobre todas essas coisas que a gente quer sempre!
"Vivemos num mundo super consumista e, muitas vezes, achamos que o comprar nos valoriza...
Usar algo novo (que ninguém sabe se é novo ou velho) nos faz sentir mais poderosas... Mas vc não precisa disso para se sentir poderosa. Você é poderosa!!!
E é, inclusive, por mostrar para todos nós que essa mania de comprar sem nenhuma crítica não engrandece em nada... Pelo contrário... muitas vezes tornam as pessoas fúteis, sem valores, interessadas em convencer as pessoas sobre algo que não são."
#ficaadica!

sábado, 6 de abril de 2013

Um ano sem compras: 14ª semana

Difícil, viu?!
Essa semana fui ao centro e tive vontade de comprar o mundo. Mil coisas lindas na vitrine e uma tentação danada.
Rolou também o Liquida Moda, feira com mais de 90 lojas da região em promoção, e eu fiquei aguando.
Por fim, me faltou criatividade pra montar os looks dessa semana. Além do fato do clima não ter cooperado muito, já que eu sai de inverno na segunda e fez verão, sai de rasteirinha na terça e choveu, esfriou, esquentou e no final de semana fez sol daqueles de usar look que achei que só usaria daqui a algumas estações!
Ou seja, minha gente, desafio em crise essa semana. Mas não se preocupem, controlei a crise de abstinência e não comprei nada! A dieta fashion continua!
Ah! Na quarta-feira customizei uma camiseta preta que tava dando sopa no guarda-roupa do namorado! Depois, achei que ainda tava sem graça e resolvi fazer mais umas firulas, então em breve posto o resultado e o DIY!

Segunda-feira:


Terça-feira:


Quarta-feira:


Quinta-feira:


Sexta-feira:


Sábado:


Domingo:

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Resoluções 2012

2012 promete muitas coisas, se ele não acabar em dezembro, como afirmam as profecias maias.
Todo ano que entra, trás com ele muitas expectativas e sonhos renovados. No caso deste que está por vir, ponho ainha mais esperança.

São vários os desejos e realizações e, por isso, além de fazer minha lista de resoluções faço ainda um cronograma:

Uma das coisas mais importantes, sem dúvida, será a conclusão do meu curso, após 4 anos e meio de faculdade. Me dedicar à monografia é uma desafio que pretendo começar já em janeiro, para fazê-la da melhor forma possível e concluí-la antecipadamente no início de junho.

Ainda em fevereiro, tirarei 15 dias de merecidas férias, e não cojito a hipótese de não viajar para algum lugar legal e ganhar energias para passar bem todo o ano.

Também no começo do ano, quero tirar meu visto para os EUA e minha carteira de trabalho, pois pretendo precisar dela assim que formar.

Em julho, se tudo der certo, parto em uma aventura para Orlando, trabalhar um mês na Disney editando vídeos para uma companhia de viagem.

Em agosto, a tão sonhada formatura. Festividades, comemorações e o diploma na mão.

Logo em seguida, começa a maratona pela busca de um emprego, para começar a trabalhar, de preferência, em setembro.

Também pretendo nesta época me inscrever em programas de mestrado e, assim, dar seguimento à minha carreira acadêmica.

Isso sem deixar de produzir artigos e participar de congressos durante todo o ano.

Nesses 12 meses, pretendo também manter este blog atualizado periódicamente e praticar exercícios [de preferência voltar pro balé].

Não posso esquecer também daquela velha promessa de tentar ser uma pessoa melhor, em todos os sentidos.

São muitos os desafios e sonhos. Um ano que realmente tem tudo para ser muito bom. Foco e determinação serão palavras fundamentais nessa jornada.

E, se nada der certo, arrumar as malas e partir em busca de terras desconhecidas é uma opção de plano B a se pensar!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lá vai eu, outra vez.

Observando minha lista de resoluções para este ano que passou [sim, passou, afinal, só faltam 12 dias para acabar], constato duas coisas:
Realizei praticamente 75% dos meus planos e, dos outros 25%, não passei nem perto.
Analizando-os friamente, juro que tentei utilizar todos os meus conhecimentos de planejamento estratégico conquistados nos meses em que brinquei como empresária jurior e fiz metas relativamente simples de cumprir.
Tudo bem que ganhar muito dinheiro não é lá um item tão fácil de se alcançar, levando em consideração que nem aposto na loteria e, infelizmente [ou não], eu escolhi a profissão errada.
Porém, um das metas me chamou atenção: "manter o blog atualizado".
O blog a que me refiro, é este, que durante todo o ano, recebeu nada mais nada menos do que ZERO posts.
Ok então, mais uma vez, pedirei desculpas para mim mesma e farei promessas de que no próximo ano...
NÃO.
Não vou mais prometer.
Cansei disso.

obs.: tranquei a privacidade deste blog por tempo inderteminado. Não sei pq estou falando isso, uma vez que só eu o lerei, mas estou precisando de um pouco de liberdade de expressão e, principalmente, botar as ideias no lugar.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Six years!

19 de outubro.
Seis anos de namoro.
Cara, é muito tempo, eu sei.
É muito tempo de alegrias, beijos, abraços e tristesas também.
Claro. Conviver com uma pessoa por tanto tempo é difícil sim, demais.
Com o passar do tempo, as dissavenças se tornam cada vez maiores, os objetivos mudam, as oportunidades também.
Você vê que para estar com aquela pessoa tem que abrir mão de muita coisa, desconsiderar outras e talvez até mudar coisas que nunca passaram pela sua cabeça.
Tem que aguentar todos os momentos de stress, e às vezes ficar cinco horas diretas escutando dessabafos. Tem que ser o braço forte, mesmo que talvez seja você quem esteja precisando de apoio.
Você tem que se doar.
Depois de tanto tempo, você se depara perguntando se a pessoa amada vai gostar disso ou daquilo e percebe que a opnião dela é importante mesmo nas coisas mais simples.
Você vê o quanto não teria graça todos os acontecimentos sem ela.
E isso que é o mais legal!
Saber que você tem uma pessoa em quem confiar, e que pode contar pra qualquer coisa.
Aquela pessoa que vai te atender mesmo de madrugada, e vai ir até você no primeiro "por favor".
Alguém com que você vai compartilhar seus objetivos, fazer planos e construir um futuro juntos.
Alguém que vai brigar com você, que muitas vezes vai te estressar, mas que, acima de tudo vai te amar e vai te fazer ver o quanto você é amada.
Aquela pessoa que vai perdoar os seus erros, rir dos seus micos e te achar linda mesmo depois de acordar.
Aquela pessoa que já virou parte de você, já viveu grandes momentos ao seu lado e viverá outros tantos.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12 de outubro

Queria não ter hora pra acordar.
Queria ter hora para ir dormir.
Queria não me preocupar com tantas coisas, além de se eu teria compania para brincar depois do jantar.
Queria receber muitos elogios.
E esquecer todos os puxões de orelha logo após ganhar um chocolate.
Queria não me preocupar com o futuro, a não ser pra saber se o parquinho estaria aberto no dia seguinte.
Queria amar todas as pessoas, sem saber quem elas realmente são.
Queria acreditar em contos de fadas e em todas as histórias que já ouvi.
Queria não saber que o tempo passa tão depressa e que há lugares muito distantes de se ir.
Queria voltar a ser criança, e continuar sendo, pra sempre.



Upload: Vovô Iran brincando com o cart do netinho Enzzo no dia das crianças.

domingo, 8 de agosto de 2010

O futuro deste, e o meu também.

Todos os blogs que eu conheço se encaixam em uma dessas três catetorias [inventadas por mim mesma]:
1- Começam como uma brincadeira, e logo são deixados de lado.
2- Começam como uma brincadeira, e logo são esquecidos. De tempos em tempos são lembrados, durante algum surto criativo, e logo são esquecidos novamente.
3- Começam como uma brincadeira, mas logo começam a ser levados a sério. Muitas vezes, não ganham todo o prestígio que merecem. Outras, ganham mais prestígio do que deveriam. Mas, de qualquer forma, passam a ser uma forma de refúgio, palco, ou seja lá o que for pelos seus donos.

Da primeira categoria esse blog já passou. Criado em 2008, ele não foi deixado de lado em seus primeiros meses.
Em compensação, ele também não saiu da segunda, o que me fez pensar na possibilidade de levá-lo um pouco mais a sério.

Primeiro, porque é uma forma de botar a caixola pra funcionar e escrever, qualquer coisa que seja.
Segundo, porque o meu outro blog [o modandoomundo que eu tanto amo/amei] foi abandonado pelos meus companheiros, e eu não queria continuar lá sozinha. Pelo menos por enquanto.

Então... aqui estou. Fazendo promessas pra mim mesma.
Minha vida já é uma correria danada, mas as vezes fico pensando em pessoas que fazem ainda mais coisas do que eu, tipo aquelas pessoas fodásticas que te inspiram e incentivam a ser melhor. Assim, essa vai ser uma das minhas tentativas de aproveitar melhor o tempo e fazer mais coisas do que eu faço. E vamo lá!

domingo, 23 de maio de 2010

diferente e tão igual


Era um domingo como outro qualquer. Aquele céu cinza e o frio gelado de costume. O silêncio por todo lado. Tudo como sempre foi.
Mas ela não era mais como antes. Alguma coisa havia mudado. Não sabia se pra sempre ou só por aquele momento.
Na verdade, ela mesmo tinha vontade de ser diferente, mas também queria voltar a ser igual.
Muitas coisas aconteceram, ao mesmo tempo foram tão poucas. Tão escandalosas, mas tão imperceptíveis.
Passou a ver tudo sobre um ângulo novo. Mas tudo não deixava de ser como sempre foi.
Ela sentia o mundo aos seus pés e, ao mesmo tempo, a força o mundo sobre as suas costas.
Ela estava forte, mas se sentia fraca. Era sonhadora, mas queria voar baixo. Usava a razão, mas queria a paixão.
Amava e sentia ódio.
Não sabia se tudo isso era bom ou ruim.
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