Na última semana, a Nat, minha irmã, me pediu uma ajudinha pra arrumar a mala. Ela vai passar 10 dias em uma viagem pela Europa e, por lá, ao contrário daqui, o inverno tá bem intenso (#inveja #amofrio).
Então, como ADORO arrumar mala (#aloka eu?), ajudei ela a pensar nas produções de uma forma mais versátil, pra não levar muito peso. E aí resolvi fazer o post aqui, pra deixar registrado pra posteridade! rs
Pois bem, como eu disse, o objetivo era criar uma mala versátil, com looks confortáveis que poderiam ser usados o dia todo pra bater perna de um lado pro outro.
Como vai estar super frio, eu sempre separo várias peças de baixo, tipo: meias calças, blusinhas de lã e terceiras pele que podem ser usadas por baixo de tudo.
Aí, também elejo um casacão que vai ser pau pra toda obra, que fica bom por cima de qualquer produção e serve pra cortar o vento entre um ponto turístico e outro (nesses casos, um sobretudo ou trench coat preto, cinza ou bege é a salvação!).
E por último, o grande segredo são os acessórios. Brincos, colares e anéis? Não! Cachecóis, lenços e boinas mesmo! :) Adoro esses acessórios de inverno e eles fazem uma suuuper diferença no look, do tipo que você coloca o mesmo casaco e um cachecol diferente e o look inteiro parece outro!
A partir daí, montamos dez looks, para os dez dias, pra ela já ir com a mala pronta, sem precisar ficar perdendo tempo na hora de se vestir!
Os primeiros foram com calça jeans, que sempre tem na mala. Combinamos jeans com jeans, o jeans por baixo do suéter para criar uma sobreposição mais interessante, e com blazer. Além da blusa preta (que serve pra ser usada por baixo de qualquer look) com um coletinho de lã por cima e uma blusa de seda fechadinha, com o cachecol no pescoço.
Depois, fizemos looks com calça legging. Um super curinga pra viagens. Confortável, quentinha e versátil. Aí colocamos com blusas de lã mais compridinhas, vestidos (que podem ser inclusive de verão) e mais uma vez apostamos nas terceiras peças, dessa vez usando a blusa de seda abertinha por cima do suéter e a jeans por cima da t-shirt.
E assim vai, recombinando as peças, acrescentando um cachecol aqui e alí, e criando mais um tanto de possibilidade!
Mais alguém aí morrendo de saudade do invernão pra brincar de sobreposições?
Me conta! Vocês também costumam montar os looks antes de viajar? Acho que facilita super a vida!
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Guia de viagem a Tiradentes!
Como eu mostrei nos looks dos últimos post, aproveitei uns diazinhos de folga pra ir à Tiradentes. Já tinha falado da cidade nesse post aqui, há alguns anos atrás. Fato é que, por pequena que pareça ser, Tiradentes tem uma infinidade de atrações que deixam a viagem toda especial, além do fato do lugar por si só já ser extremamente aconchegante e gostoso pra descansar e curtir o clima colorido e tipicamente mineiro da cidade histórica.
Como a cidade fica a poucas horas de JF e BH, e às vezes a gente quer fugir da rotina e nem se dá conta que existem lugares tão bacanas bem aqui pertinho, resolvi compartilhar o roteiro da viagem com vocês!
Como a cidade fica a poucas horas de JF e BH, e às vezes a gente quer fugir da rotina e nem se dá conta que existem lugares tão bacanas bem aqui pertinho, resolvi compartilhar o roteiro da viagem com vocês!
Onde Ficar:
Dessa vez ficamos na pousada Villa Allegra. Ela fica mais afastada do centro da cidade, em compensação, é enorme, com quartos amplos, restaurante aconchegante e área de lazer com várias opções. Os funcionários nos fazem nos sentir em casa.
Onde comer:
Indiscutivelmente, a culinária mineira é uma das minhas preferidas! Já cheguei na cidade pensando naquele típico prato tropeiro dos restaurantes do centro da cidade. Mas pra compensar a gordice, descobrimos o Doce de Leite do Bolota. Ele é feito artesanalmente, com 15 litros de leite e SÓ 200 gramas de açúcar. Acreditem, tem uma textura e paladar incrível. Fiquei apaixonada e comi sem culpa!
O que fazer:
Uma das descobertas dessa viagem foi o Museu do Automóvel Antigo. Ele fica no caminho do vilarejo de Bichinho e não fazíamos noção do acervo que existe no galpão. São quase 100 carros, super conservados e de diferentes modelos. O clima é super legal, com musiquinhas antigas, você se sente em décadas passadas. Vocês imaginam como o Douglas ficou, né? :D
Outro passeio imperdível é o de Maria Fumaça, que vai até São João Del Rei e volta. Como já fizemos outras vezes, gosto de, pelo menos, ver a chegada dela na cidade, ouvir o barulho, o apito e assistir a locomotiva virando! É muito gostoso!
No fim de tarde, a melhor pedida, como uma boa cidade pequena, é sentar na praça da igreja São Francisco de Paula e ficar lá, jogando conversa fora, vendo a cidade de cima e o sol se por! Não tem coisa melhor do que uma cidade com a rotina totalmente diferente pra nos fazer descansar!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Look: de vestido e chapéu!
Nesta semana, fizemos uma viagem para Tiradentes e uma das coisas que mais gosto, é sair por aí sem destino, conhecendo lugares novos.
Foi isso que aconteceu nesse dia em que vimos um casarão super antigo e bonito na estrada e resolvemos entrar pra conhecer. Lá funciona um café e um antiquário e fica a caminho do vilarejo de Bichinho. Achei o cenário perfeito pra fotografar esse look que acabou ficando com uma carinha retrozinha!
O vestido já apareceu por aqui diversas vezes (como saia, junto com camisa e blazer, nesse post aqui, e numa produção de inverno, com meia calça e cardigan). Comprei ele na Forever XXI de Orlando por uma pechincha e acho que foi um achado, super leve, gostoso e fácil de usar.
Dessa vez, resolvi fazer um look só com ele, sem terceira peça, nem nada, tava super calor e o decote dele nas costas é lindo.
Então, coloquei cintinho e bolsa brancos e a rasteirinha que foi um super achado aqui em JF e to usando a beça! Pra terminar, coloquei esse chapéu que deixou a produção simples toda cheia de bossa!
Foi isso que aconteceu nesse dia em que vimos um casarão super antigo e bonito na estrada e resolvemos entrar pra conhecer. Lá funciona um café e um antiquário e fica a caminho do vilarejo de Bichinho. Achei o cenário perfeito pra fotografar esse look que acabou ficando com uma carinha retrozinha!
O vestido já apareceu por aqui diversas vezes (como saia, junto com camisa e blazer, nesse post aqui, e numa produção de inverno, com meia calça e cardigan). Comprei ele na Forever XXI de Orlando por uma pechincha e acho que foi um achado, super leve, gostoso e fácil de usar.
Dessa vez, resolvi fazer um look só com ele, sem terceira peça, nem nada, tava super calor e o decote dele nas costas é lindo.
Então, coloquei cintinho e bolsa brancos e a rasteirinha que foi um super achado aqui em JF e to usando a beça! Pra terminar, coloquei esse chapéu que deixou a produção simples toda cheia de bossa!
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Os encantos de Fernando de Noronha: último episódio da minha lua de melno nordeste!
Ahhh, Noronha!
Como eu disse, sempre quis passar minha lua de mel lá! Ficava olhando as fotos e sonhando com o dia em que conheceria esse paraíso brasileiro e, de fato, é um paraíso mesmo!
Pra entrar na ilha, é necessário pagar a taxa de preservação ambiental. Custa em média R$100,00 por dia, por pessoa. É a forma que eles encontram de limitar o número de visitantes na ilha e investir em políticas para manter o local o mais natural possível. Só há dois voos por dia. As passagens às vezes são o mesmo preço que de viagens à Europa, então é preciso ficar de olho para encontrar promoções razoáveis.
Quando se chega lá, é preciso pagar também o cartão que dá acesso às trilhas que levam às praias de preservação. A ilha tem 17km² e boa parte dela faz parte do Parnamar (Parque Nacional Marinho). A outra é a APA (Área de Proteção Ambiental), que visa conciliar a ocupação populacional e o turismo com a preservação do meio ambiente.
Ficamos na Pousada Algas Marinhas, que era super bem localizada perto do centro histórico (a maioria delas são domiciliares, de madeira, super aconchegantes). No dia que chegamos, fizemos uma caminhada pra conhecer os arredores e pegamos uma trilha pelas praias do Cachorro, do Meio e da Conceição. Foi o suficiente pra já nos apaixonarmos pelo lugar!
No dia seguinte, fizemos um Ilha Tour, um passeio guiado que dura o dia todo, e nos leva às principais praias do arquipélago. Nosso guia, o Xaxá (TODO mundo conhece ele), além de excelente mergulhador, tira altas fotos dos turistas! Foi aí que conhecemos a Baia do Sancho (considerada a praia mais bonita do mundo pelo TripAdvisor) e a Baia dos Porcos, aquela do cartão postal da ilha os Dois Irmãos (chega-se nela pela Trilha do "Ai que lindo", pois é justamente essa a expressão que todo mundo tem quando dá de cara com esse visual)!
Nesse dia, fizemos também nossos primeiros mergulhos livres na Praia do Sueste e na Baia do Sancho (você pode levar seu snorkel ou alugar o equipamento lá por cerca de R$20,00 o dia). É incrível a transparência da água e a variedade de peixes que é possível ver! Vimos tubarões de vários tamanhos e nadamos do ladinho de tartarugas!
Depois, fomos ao Air France, conhecemos o Museu do Tubarão e terminamos o passeio assistindo ao por do sol do Mirante do Boldró!
No terceiro dia, fizemos um passeio de barco, que sai do porto e vai até o berço dos golfinhos, onde é possível ver vários deles saltando e nadando junto com o barco. Depois, mergulhamos na Praia do Sancho novamente e fizemos o passeio de prancha (são pequenas pranchas amarradas ao barco, que vão sendo puxadas devagarzinho e você consegue ver toda a vida marinha da Praia do Porto, inclusive uma embarcação naufragada há anos).
Nos outros dias, alugamos um buggy pra chamar de nosso e voltamos com calma nas praias que mais gostamos. Entre elas, a Cacimba do Padre, onde tem uma vista linda dos dois irmãos e barraquinhas de palha pra se proteger do sol, e a Baia dos Golfinhos, de onde se vê um por do sol super gostoso!
Ouvi muita gente falando que três dias era suficiente pra conhecer a ilha. Nós ficamos seis e ainda assim queríamos ter ficado mais. Só no último dia conseguimos agendar a entrada na praia do Atalaia. São piscinas naturais limitadas à entrada de um máximo de 70 pessoas por dia. Por isso, o ideal é já agendar esse passeio no dia da sua chegada e, quanto mais cedo, mais a maré tá calma e mais se pode ver as espécies e corais.
Como o Douglas disse, em Fernando de Noronha tem uma promoção que é "Pague 3 e Leve 1". Sim, as coisas são praticamente o triplo do preço que em outros lugares. E não é só para os turistas não, os moradores também reclamam que, devido ao difícil acesso e a impossibilidade de utilização dos recursos naturais, tudo é mais caro. Em compensação, o ambiente é extremamente preservado.
Por isso super vale a pena. As paisagens deslumbrantes e a paz que se encontra lá, não tem preço!
Como eu disse, sempre quis passar minha lua de mel lá! Ficava olhando as fotos e sonhando com o dia em que conheceria esse paraíso brasileiro e, de fato, é um paraíso mesmo!
Pra entrar na ilha, é necessário pagar a taxa de preservação ambiental. Custa em média R$100,00 por dia, por pessoa. É a forma que eles encontram de limitar o número de visitantes na ilha e investir em políticas para manter o local o mais natural possível. Só há dois voos por dia. As passagens às vezes são o mesmo preço que de viagens à Europa, então é preciso ficar de olho para encontrar promoções razoáveis.
Quando se chega lá, é preciso pagar também o cartão que dá acesso às trilhas que levam às praias de preservação. A ilha tem 17km² e boa parte dela faz parte do Parnamar (Parque Nacional Marinho). A outra é a APA (Área de Proteção Ambiental), que visa conciliar a ocupação populacional e o turismo com a preservação do meio ambiente.
Ficamos na Pousada Algas Marinhas, que era super bem localizada perto do centro histórico (a maioria delas são domiciliares, de madeira, super aconchegantes). No dia que chegamos, fizemos uma caminhada pra conhecer os arredores e pegamos uma trilha pelas praias do Cachorro, do Meio e da Conceição. Foi o suficiente pra já nos apaixonarmos pelo lugar!
No dia seguinte, fizemos um Ilha Tour, um passeio guiado que dura o dia todo, e nos leva às principais praias do arquipélago. Nosso guia, o Xaxá (TODO mundo conhece ele), além de excelente mergulhador, tira altas fotos dos turistas! Foi aí que conhecemos a Baia do Sancho (considerada a praia mais bonita do mundo pelo TripAdvisor) e a Baia dos Porcos, aquela do cartão postal da ilha os Dois Irmãos (chega-se nela pela Trilha do "Ai que lindo", pois é justamente essa a expressão que todo mundo tem quando dá de cara com esse visual)!
Nesse dia, fizemos também nossos primeiros mergulhos livres na Praia do Sueste e na Baia do Sancho (você pode levar seu snorkel ou alugar o equipamento lá por cerca de R$20,00 o dia). É incrível a transparência da água e a variedade de peixes que é possível ver! Vimos tubarões de vários tamanhos e nadamos do ladinho de tartarugas!
Depois, fomos ao Air France, conhecemos o Museu do Tubarão e terminamos o passeio assistindo ao por do sol do Mirante do Boldró!
No terceiro dia, fizemos um passeio de barco, que sai do porto e vai até o berço dos golfinhos, onde é possível ver vários deles saltando e nadando junto com o barco. Depois, mergulhamos na Praia do Sancho novamente e fizemos o passeio de prancha (são pequenas pranchas amarradas ao barco, que vão sendo puxadas devagarzinho e você consegue ver toda a vida marinha da Praia do Porto, inclusive uma embarcação naufragada há anos).
Nos outros dias, alugamos um buggy pra chamar de nosso e voltamos com calma nas praias que mais gostamos. Entre elas, a Cacimba do Padre, onde tem uma vista linda dos dois irmãos e barraquinhas de palha pra se proteger do sol, e a Baia dos Golfinhos, de onde se vê um por do sol super gostoso!
Ouvi muita gente falando que três dias era suficiente pra conhecer a ilha. Nós ficamos seis e ainda assim queríamos ter ficado mais. Só no último dia conseguimos agendar a entrada na praia do Atalaia. São piscinas naturais limitadas à entrada de um máximo de 70 pessoas por dia. Por isso, o ideal é já agendar esse passeio no dia da sua chegada e, quanto mais cedo, mais a maré tá calma e mais se pode ver as espécies e corais.
Como o Douglas disse, em Fernando de Noronha tem uma promoção que é "Pague 3 e Leve 1". Sim, as coisas são praticamente o triplo do preço que em outros lugares. E não é só para os turistas não, os moradores também reclamam que, devido ao difícil acesso e a impossibilidade de utilização dos recursos naturais, tudo é mais caro. Em compensação, o ambiente é extremamente preservado.
Por isso super vale a pena. As paisagens deslumbrantes e a paz que se encontra lá, não tem preço!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Looks da semana de férias, parte II: lua de mel em Fernando de Noronha
Aee! Vamos à segunda (e glamourosa) semana de looks da lua de mel pra vocês!
Impossível não se inspirar com as belas paisagens de Fernando de Noronha e querer se vestir igualmente bem para compor a vista! rs
Em breve continuo meu diário de viagem contando um pouco sobre esse paraíso! Fato é que quando vi as fotos, fiquei com vontade voltar e fazer looks do dia praianos lá pra sempre! rsrs
Btw, pra visitar a praia mais bonita do mundo, eu estreei essa saia de crochê que comprei de artesãs lá em Jeri (to devendo post das comprinhas do mês também, né?)! Aí, pra ficar a cara da ryqueza, coloquei meu maiô da RYGY, o chapelão da mamis e camiseta cortadinha (pra dar um ar despretensioso) com um tercinho fazendo as vezes de colar. Pronto: manual de como parecer madame em poucos passos.
Uma pequena pausa pra observar esse visual:

No dia em que fui gravar com o Luciano Huck... Mentira, foi só o dia que encontrei com ele na praia mesmo... Eu tava com o shortinho de pedras da Terr, que ganhei do desafio de blogueiras, junto com a camisa de marujo da Mr. Fly, boné de veludinho e óculos redondo!
Já falei o quanto gosto de misturar e dar novas funções pra peças diferentes entre si, né?!

Pra terminar, look com a blusa de renda guipir, que foi compra de agosto (achei um charme usar ela por cima de biquíni), junto com shortinho jeans customizado, colar e boné de novo.

Repararam que o chinelo foi carro chefe na maioria dos looks, né? Tem coisa melhor que andar livre leve e solta por aí?!
sábado, 15 de novembro de 2014
Lua de mel no nordeste: passeios em Jericoacoara, uma vila supercharmosa!
Jericoacoara sempre foi um lugar que queria conhecer! Lembro de uma aula de geografia láá na quinta série quando aprendi que essa estava entre uma das dez praias mais bonitas do mundo. Depois que minhas irmãs foram, essa vontade só aumentou, já que elas voltaram com fotos lindas e falando super bem da vila.
Ela fica a quase quatro horas de Fortaleza. Quando se chega em Jijoca, deixa-se a estrada de asfalto e começa um verdadeiro rally (em 4x4 ou D20s, carinhosamente chamadas de pau de arara) por cerca de uma hora, num verdadeiro deserto de areia. Acho que esse isolamento e climinha de "aventura" pra chegar é uma das coisas que já surpreendem os turistas e deixam a viagem ainda especial.
Toda de areia, sem trânsito ou postes de iluminação, a vila de pescadores é definitivamente um charme. De dia, parece simples e calmo. À noite, todos os vários barzinhos se iluminam com velas e luzes coloridas em árvores e vozes e violões tocando MPBs delicinhas invadem o ambiente, deixando o clima super romântico.
Um dos primeiros passeios que fizemos foi a caminhada até a Pedra Furada, um dos cartões postais do lugar. Dá mais ou menos uma hora de caminhada, descendo pelas pedras até chegar à praia.
No dia seguinte, pegamos um passeio em direção ao oeste. Você paga em média R$50,00 por pessoa para o buggeiro que te guia pelo litoral, passando pelo braço de mar (o delta do guriu) onde tem um barquinho de madeira para ver cavalos marinhos. Depois, o buggy atravessa o delta numa balsa, passa pelo mangue seco, que tem uma vista linda e super diferente com as raízes das plantas todas expostas, até chegar na Velha e Nova Tatajuba (aí dá pra ver a força das dunas móveis, que soterraram a antiga vila e as dunas fixas, que começam a formar esculturas de pedra no local).
Lá, há também a Duna do Funil com mais de 80 metros, onde a galera descia de esquibunda e caia numa lagoa. Mas a falta de chuvas fez a lagoa secar e, dar de cara na areia, não despertou muito a minha vontade. Por fim, fomos pra Lagoa Torta, onde há redes e mesinhas pra lanchar com os pés na água!
Do lado leste, no dia seguinte, seguimos em direção à Lagoa do Paraíso, passando pela Árvore da Preguiça, outro cartão postal da cidade, pelos seus 4 metros de extensão, deitada na areia por conta dos fortes ventos.
A lagoa é realmente um paraíso, água cristalina, jangadas e redes pra passar o dia inteiro no sossego.
Nesse dia ainda fomos à Duna do Por-do-sol. Programa imperdível pra todo mundo que vai a Jeri (todos os dias, sobe uma multidão pra lá e a galera bate palma quando o sol se põe, é super bacana - tirando o vento forte!)
Algumas observações:
1 - Fomos na época que mais venta: de outubro a dezembro. E, dependendo de onde estiver, a força do vento é quase insuportável, além de deixar a água mais turva e, consequentemente, não tão bonita. Dizem que a melhor época para visitar é no inverno (março a setembro), que eles chamam de verão. É quando não há chuvas e ventos.
2 - Andar por Jeri é sempre uma aventura. Às vezes o carro atola nas dunas de areia e os moços precisam descer pra empurrar.
3 - Na Lagoa Torta pedimos o cardápio e eles trouxeram uma bandeja cheia de peixes recém pescados pra gente escolher!
4 - Ficamos no hotel Onda Blue, que é super charmoso, inspirado nas construções de Santorini, na Grécia. Tivemos ótimas referências também da Pousada do Maurício, que minhas irmãs ficaram, e é bem no centro da vila!
5 - As coisas na vila e região são bem em conta, inclusive as diárias. A água de coco chega a custar R$1,00! Vale super a pena!
Ela fica a quase quatro horas de Fortaleza. Quando se chega em Jijoca, deixa-se a estrada de asfalto e começa um verdadeiro rally (em 4x4 ou D20s, carinhosamente chamadas de pau de arara) por cerca de uma hora, num verdadeiro deserto de areia. Acho que esse isolamento e climinha de "aventura" pra chegar é uma das coisas que já surpreendem os turistas e deixam a viagem ainda especial.
Toda de areia, sem trânsito ou postes de iluminação, a vila de pescadores é definitivamente um charme. De dia, parece simples e calmo. À noite, todos os vários barzinhos se iluminam com velas e luzes coloridas em árvores e vozes e violões tocando MPBs delicinhas invadem o ambiente, deixando o clima super romântico.
Um dos primeiros passeios que fizemos foi a caminhada até a Pedra Furada, um dos cartões postais do lugar. Dá mais ou menos uma hora de caminhada, descendo pelas pedras até chegar à praia.
No dia seguinte, pegamos um passeio em direção ao oeste. Você paga em média R$50,00 por pessoa para o buggeiro que te guia pelo litoral, passando pelo braço de mar (o delta do guriu) onde tem um barquinho de madeira para ver cavalos marinhos. Depois, o buggy atravessa o delta numa balsa, passa pelo mangue seco, que tem uma vista linda e super diferente com as raízes das plantas todas expostas, até chegar na Velha e Nova Tatajuba (aí dá pra ver a força das dunas móveis, que soterraram a antiga vila e as dunas fixas, que começam a formar esculturas de pedra no local).
Lá, há também a Duna do Funil com mais de 80 metros, onde a galera descia de esquibunda e caia numa lagoa. Mas a falta de chuvas fez a lagoa secar e, dar de cara na areia, não despertou muito a minha vontade. Por fim, fomos pra Lagoa Torta, onde há redes e mesinhas pra lanchar com os pés na água!
Do lado leste, no dia seguinte, seguimos em direção à Lagoa do Paraíso, passando pela Árvore da Preguiça, outro cartão postal da cidade, pelos seus 4 metros de extensão, deitada na areia por conta dos fortes ventos.
A lagoa é realmente um paraíso, água cristalina, jangadas e redes pra passar o dia inteiro no sossego.
Nesse dia ainda fomos à Duna do Por-do-sol. Programa imperdível pra todo mundo que vai a Jeri (todos os dias, sobe uma multidão pra lá e a galera bate palma quando o sol se põe, é super bacana - tirando o vento forte!)
Algumas observações:
1 - Fomos na época que mais venta: de outubro a dezembro. E, dependendo de onde estiver, a força do vento é quase insuportável, além de deixar a água mais turva e, consequentemente, não tão bonita. Dizem que a melhor época para visitar é no inverno (março a setembro), que eles chamam de verão. É quando não há chuvas e ventos.
2 - Andar por Jeri é sempre uma aventura. Às vezes o carro atola nas dunas de areia e os moços precisam descer pra empurrar.
3 - Na Lagoa Torta pedimos o cardápio e eles trouxeram uma bandeja cheia de peixes recém pescados pra gente escolher!
4 - Ficamos no hotel Onda Blue, que é super charmoso, inspirado nas construções de Santorini, na Grécia. Tivemos ótimas referências também da Pousada do Maurício, que minhas irmãs ficaram, e é bem no centro da vila!
5 - As coisas na vila e região são bem em conta, inclusive as diárias. A água de coco chega a custar R$1,00! Vale super a pena!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Lua de mel no nordeste: Fortaleza, Beach Park, Morro Branco e CanoaQuebrada
Já to morrendo de saudade do vento forte, sol gostoso e climinha de sossego que tomou conta dos meus dias nas últimas semanas. Por isso, vim compartilhar um pouquinho desse passeio com vocês.
Sempre falei que só casava se minha lua de mel fosse em Fernando de Noronha (exigente eu nem sou)! Não sei por quê, mas acho que lua de mel combina com praia, sombra e água fresca (depois da maratona do casamento, nada melhor que isso) e conhecer esse lugar sempre foi um sonho! Então o Douglas levou ao pé da letra e aproveitamos pra conhecer um pouquinho do nordeste, que até então mal conhecíamos e sei que tem lugares incríveis, bem aqui, em terrinhas brasileiras.
Começamos por Fortaleza e confesso que, carioca do brejo que sou, me assustei com o tamanho da cidade, que é enorme. Ficamos na Praia do Futuro (que é linda, mas dizem ser bem perigosa à noite) e o primeiro dia foi dedicado ao Beach Park, que é o maior parque aquático da América Latina.
Dá pra reservar o passeio direto pelo hotel, fizemos pela Enseada, que leva e busca os turistas de micro ônibus. O Douglas tava doido pra conhecer o parque, ele adora essas coisas, e não é o meu programa favorito, mas até que foi bem divertido mesmo, principalmente o tal do Insano, que é o maior tobogã do mundo, com 41 metros! A sensação é muito louca, porque a inclinação da descida é de quase 90º, então seu corpo desgruda da plataforma e você cai quase que em queda livre. Uma daquelas experiências que você precisa viver pra dizer que sobreviveu!
Mas o que assusta mesmo é o preço das coisas: R$8,00 numa garrafinha de água, por exemplo. A entrada custa 170 por pessoa. A dica é levar lanches e alugar um guarda-volume, pra poder circular lá à vontade e aproveitar os toboáguas (principalmente os de boias, que são os mais divertidos)!
No dia seguinte, pela mesma empresa de turismo, fechamos um passeio por três destinos: Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada (é uma boa opção pra quem está indo pela primeira vez e não tem muito tempo, além de ser relativamente "barata", cerca de R100,00 por pessoa). O Morro Branco é famoso pelas suas falésias, de onde se extraem areia colorida para aqueles artesanatos em vidro. A vista é bem bacana!
De lá, o tour continua de buggy pelo litoral (a parte mais divertida e paga à parte - R$60,00) até a Praia das Fontes, onde dizem ter uma fonte da juventude (ok, eu acredito nessas coisas) - anyway, tem várias bicas de água doce e algumas lagoas bem tranquilas também.
Canoa Quebrada foi o último destino e, apesar de sempre ouvir muitos elogios, não achei o lugar tão bonito assim. Além do buggy e de um passeio de jangada, as atrações são tirolesa e parapente (que me arrependi de não ter feito, mas tava com muita fome e preferir provar a culinária local, que é realmente muito boa). Talvez a graça seja realmente à noite, como costumam dizer que super bomba, especialmente na Brodway, uma rua tradicional da cidade.
Como não ficamos por lá, voltamos para Fortaleza para partir no dia seguinte para Jericoacoara! Já recebi vários recadinhos pedindo dicas de lá e já já publico o post aqui! :)
Sempre falei que só casava se minha lua de mel fosse em Fernando de Noronha (exigente eu nem sou)! Não sei por quê, mas acho que lua de mel combina com praia, sombra e água fresca (depois da maratona do casamento, nada melhor que isso) e conhecer esse lugar sempre foi um sonho! Então o Douglas levou ao pé da letra e aproveitamos pra conhecer um pouquinho do nordeste, que até então mal conhecíamos e sei que tem lugares incríveis, bem aqui, em terrinhas brasileiras.
Começamos por Fortaleza e confesso que, carioca do brejo que sou, me assustei com o tamanho da cidade, que é enorme. Ficamos na Praia do Futuro (que é linda, mas dizem ser bem perigosa à noite) e o primeiro dia foi dedicado ao Beach Park, que é o maior parque aquático da América Latina.
Dá pra reservar o passeio direto pelo hotel, fizemos pela Enseada, que leva e busca os turistas de micro ônibus. O Douglas tava doido pra conhecer o parque, ele adora essas coisas, e não é o meu programa favorito, mas até que foi bem divertido mesmo, principalmente o tal do Insano, que é o maior tobogã do mundo, com 41 metros! A sensação é muito louca, porque a inclinação da descida é de quase 90º, então seu corpo desgruda da plataforma e você cai quase que em queda livre. Uma daquelas experiências que você precisa viver pra dizer que sobreviveu!
Mas o que assusta mesmo é o preço das coisas: R$8,00 numa garrafinha de água, por exemplo. A entrada custa 170 por pessoa. A dica é levar lanches e alugar um guarda-volume, pra poder circular lá à vontade e aproveitar os toboáguas (principalmente os de boias, que são os mais divertidos)!
No dia seguinte, pela mesma empresa de turismo, fechamos um passeio por três destinos: Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada (é uma boa opção pra quem está indo pela primeira vez e não tem muito tempo, além de ser relativamente "barata", cerca de R100,00 por pessoa). O Morro Branco é famoso pelas suas falésias, de onde se extraem areia colorida para aqueles artesanatos em vidro. A vista é bem bacana!
De lá, o tour continua de buggy pelo litoral (a parte mais divertida e paga à parte - R$60,00) até a Praia das Fontes, onde dizem ter uma fonte da juventude (ok, eu acredito nessas coisas) - anyway, tem várias bicas de água doce e algumas lagoas bem tranquilas também.
Canoa Quebrada foi o último destino e, apesar de sempre ouvir muitos elogios, não achei o lugar tão bonito assim. Além do buggy e de um passeio de jangada, as atrações são tirolesa e parapente (que me arrependi de não ter feito, mas tava com muita fome e preferir provar a culinária local, que é realmente muito boa). Talvez a graça seja realmente à noite, como costumam dizer que super bomba, especialmente na Brodway, uma rua tradicional da cidade.
Como não ficamos por lá, voltamos para Fortaleza para partir no dia seguinte para Jericoacoara! Já recebi vários recadinhos pedindo dicas de lá e já já publico o post aqui! :)
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