terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Que comece o desafio: um ano sem comprar roupas

Ano novo vida nova!
2013 começou e todo fim/início de ano é tempo de renovação. Nesse período a gente sempre aproveita para fazer aquela limpa no guarda roupa também.
Já faz algum tempo que a quantidade de coisas no meu armário (e fora dele) vem me irritando. E aí resolvi contar:
Mais de 100 Blusas,15 Casacos, 10 Calças, 8 Saias, 7 Shorts, 23 Vestidos, 36 Sapatos, 10 Bolsas.
Isso sem falar em cintos, lenços, meias e acessórios em grande quantidade. Tudo isso dá um total de aproximadamente 200 (?) peças.
Fazendo um cálculo simples (que a matemática me perdoe se estiver errada), de calças, saias e shorts usados com as camisetas, além dos vestidos, são mais de 2500 combinações possíveis. Eu tenho roupa para me vestir por sabe-se lá quantos anos (?).
Nós mulheres somos muito consumistas. Esse império do efêmero (aulas de moda à parte) nos deixa loucas! Estamos sempre tentadas a comprar mais e mais.
É necessário isso tudo? E se eu vivesse só com o que eu tenho, reciclasse minhas roupas e ficasse um ano sem comprar nada, seria possível?
Meu desafio: passar um ano sem gastar dinheiro com roupas.
Outras meninas já viveram essa empreitada e se deram super bem. A Jojo do Um ano sem Zara é um belo caso de Sucesso. Tá que eu não tenho o guarda-roupa tão privilegiado quanto o dela, mas...
Além do importantíssimo save money, ainda é uma excelente forma de exercitar a criatividade, fazer novas combinações e aprender a viver com o que se tem. Sei que a tentação é grande: vitrines, promoções, descontos, novas coleções, mas isso só me trará benefícios (assim espero). Então, bora tentar! Alguém aí me acompanha?!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

E lá vem 2013

Todo fim de ano é a mesma coisa: refletir sobre as conquistas, os momentos vividos, os novos desafios.
E 2012, para mim, foi incrivelmente conturbado. Intensidade é pouco para descrever esses 12 meses que contiveram viagens para Paris, Londres e Orlando, conclusão da faculdade, formatura, novo emprego, vida de gente adulta.

Sim, é assim que eu me sinto. Uma pessoa mais madura, responsável, com objetivos traçados. 
Ao contrário da profecia Maia, o mundo não acabou. Um novo ciclo se iniciou, trazendo mudanças interiores que, espero, tenham tido efeito não só em mim, mas em outras pessoas também.
Sim, o mundo precisa de transformação, de seres humanos mais conscientes, mais pacientes, mais amorosos.
Precisamos de gente que fale menos e faça mais. Que seja compreensivo. Que enxergue e aceite a diferença dos outros.
Fim de ano é tempo de renovação, de esperanças. 
E o meu desejo, depois de tantas metas obtidas com sucesso, é algo mais subjetivo, espiritual. Quero paz, verdade, amor. Quero tranqüilidade, cabeça sossegada e discernimento para seguir o meu caminho.
Nesta época em que todos fazem planos e promessas, por que não acreditar num mundo melhor?
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