sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sobre monografia, comunicação e satisfação pessoal

Um resultado de quatro anos e meio na faculdade. Estudos, estágios, experiências adquiridas.
Apresentar a monografia e ganhar um 1OO significava muita coisa pra mim.
Alguns nem precisam fazer, outros, simplesmente não fazem. Compram, copiam, criam qualquer abobrinha com o objetivo único de ficar na média e, assim, conseguir o diploma.
Mas eu não. Como tudo na vida, me dedico de corpo e alma. Por isso, minhas escolhas se resumem àquilo que me dá prazer.
Um dom de Deus, felizmente escolhi Comunicação como curso e tenho certeza que essa é a área em que quero trabalhar para o resto da vida. E o melhor: entre os tantos caminhos possibilitados pela formação, gosto de grande parte deles.
Não é atoa que escolhi como tema para o meu trabalho de conclusão de curso a Convergência de Mídias. Acredito que comunicação se dá pela troca de diversos meios, emissores, receptores e mensagens.
Defendo na monografia que cada vez mais diversas plataformas e, principalmente, pessoas, estão conectadas e utilizam diferentes ferramentas para contar uma mesma história.
Os veículos tradicionais, como a TV, o rádio e o jornal impresso estão se adaptando às diversas mudanças ocasionadas pela internet. Cada vez mais plataformas estão surgindo e as pessoas se tornam mais exigentes e participativas, criam seus conteúdos e interferem nos já publicados.
Diversos veículos vem se inserindo [ou tentando] no contexto das novas tecnologias de comunicação. As redes sociais se tornaram fonte para divulgação de informação e mobilização social.
Quais serão as invenções seguintes? Como atrair a audiência de um público cada vez mais segmentado? Os novos meios suplantarão os antigos? A Comunicação passa por um momento de insertezas.
Muitas perguntas pairam no ar e as respostas se vão com os ventos.
E esse é o grande barato!
Estar no meio desse furação é muito interessante. E taí a importância de um diploma. Mesmo que muitos cismem em afirmar que ele não serve para nada.
Um profissional de comunicação deve ter uma visão geral de tudo isso, filtar, selecionar e distribuir aquilo que verdadeiramente importa.
Fazer a monografia não foi fácil. Tive menos tempo do que o normal, conciliando os estudos à diversas outras atividades. Em muitos momentos achei que não daria conta e, mesmo na hora da entrega, sofri por concluir o trabalho em uma qualidade inferior ao que esperava de mim mesma.
O resultado porém, vindo da banca, que dedicou todo o tempo de arguição para fazer considerações sobre a excelência do tcc, me provou que toda a dedicação vale a pena.
Todos os elogios dirigidos a mim me lavaram a alma, me fazendo ter ainda mais vontade de seguir em frente e acreditar que o mundo ainda pode ser melhor com a contribuição de cada um!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Estou formando.

É uma estranha sensação. O fim de um ciclo que, para mim, não podia terminar de forma melhor.
Saio da faculdade com a plena certeza de que escolhi a profissão certa e que eu amo o que eu faço.
Passei por momentos de stress, cansaço, inúmeras vezes chorei, mas fiz tudo o que eu pude, agarrei toda oportunidade que me foi dada e hoje só tenho a agradecer.
Conheci pessoas maravilhosas, tive esperiências inesquecíveis e aprendi muito, mas muito mesmo. Hoje, tenho uma outra visão do mundo e isso se deve a cada borboleta que passou pelo meu caminho.
Termino meu curso com muitos planos para o futuro e com o estágio se transformando em oferta de emprego.
Às vezes me pergunto: por que Deus é tão bom comigo?
E tento me repreender toda vez que me deparo reclamando sobre a monografia a ser entregue, o vestido a ser escolhido, os últimos detalhes a serem fechados para o baile, as diversas atribuições do estágio e os preparativos para a viagem que está por vir. Os dias passam voando, tenho pressa, mas ao mesmo tempo, não quero que tudo isso acabe.
Em meio a tantas coisas para resolver, hoje tive uma imensa vontade de vir aqui declarar: sou uma garota de sorte.

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