Como contei no final do ano passado, o desafio de 2015 é: desapegar!
Ao longo dos anos, me vi acumulando diversas peças que, com a dieta fashion, aprendi a usar, mas percebi que muitas delas não eram de fato necessárias pra mim.
O problema é que sempre aparece aqueles pensamentos que ficam soprando na nossa orelha:
E se um dia eu precisar?
E se o estilo dessa peça voltar a ser "tendência" da moda?
E se eu emagrecer/engordar e voltar a caber nela?
E se surgir uma ocasião especial?
Quantas roupas a gente guarda esperando o momento certo de usar? E nisso o tempo vai passando e a gente nem usa!
Comecei a perceber que a maioria das peças que estavam lá guardadas por algum desses motivos acabava não sendo usada de um jeito ou de outro!
Mas por que a gente tem tanta dó de desapegar, heim?
Tenho peças que são super curingas, pau pra toda obra, combinam com tudo. Outras, tem um valor sentimental tão grande, ou já serviram pra tantas ocasiões, que continuam lá, mesmo eu sabendo que já estão velhinhas demais pra continuar usando.
Outras, estão super em bom estado, foram adquiridas porque eram bonitas, básicas ou sofisticadas, estavam com um preço bom ou achei que seriam úteis para alguma finalidade, mas por algum motivo, não são usadas com frequência, e nem serão.
Outras, estão super em bom estado, foram adquiridas porque eram bonitas, básicas ou sofisticadas, estavam com um preço bom ou achei que seriam úteis para alguma finalidade, mas por algum motivo, não são usadas com frequência, e nem serão.
Então resolvi que preciso trabalhar esse quesito entre os meus aprendizados fashions. Estabeleci pra mim que a cada nova peça, pelo menos uma sairia do guarda-roupa. Mas, mais do que uma obrigação, quero que isso se torne um exercício, pra que meu guarda-roupa se torne mais enxuto e versátil, com peças realmente úteis do meu dia a dia e que sejam boas para todas as situações.
Afinal de contas, o excesso mais confunde do que esclarece, né? Quantas vezes a gente passou horas pra escolher uma combinação e quantas vezes simplificamos as coisas porque tava tudo alí, na nossa frente!
Afinal de contas, o excesso mais confunde do que esclarece, né? Quantas vezes a gente passou horas pra escolher uma combinação e quantas vezes simplificamos as coisas porque tava tudo alí, na nossa frente!
E de que adianta um guarda-roupa abarrotado de peças que você não usa?
Primeiro passo: tire tudo pra fora!
Então, pra começar, tirei todas as peças do guarda-roupa e joguei em cima da cama pra avaliar (nisso, já fui encontrando um monte que estava ali esquecidas porque foram encobertas por outras que chegaram depois).
Separei todas aquelas que uso com mais frequência: blusas, shorts, saias, vestidos, etc. Depois, levei todas essas peças pro guarda-roupa novo e deixei as que não costumo usar muito (acreditem, é a grande maioria) no armário antigo, na casa da minha mãe.
No mês de janeiro não comprei praticamente nada e essa arrumação foi ótima pra eu conseguir ver as peças que preciso investir nos próximos meses. A partir daí, vou analisando entre as coisas que ficaram pra trás o que vai ser desapegado ou não! O critério vai ser bem simples: tem bastante tempo que não usar? Então desapega!
Segundo passo: faça listas!
Por fim, criei uma lista com o número aproximado de cada tipo de peça que tenho. (Sim, to com mania de listas). Não é um número exato, mas já ajuda a ter uma noção da quantidade. Muitas meninas já me perguntaram quantas peças eu achava que elas deveriam ter pra começar uma "dieta fashion" ou pra se vestir bem e a minha resposta é sempre: depende! Depende da sua rotina, profissão, compromissos sociais, etc. Várias coisas que mudam constantemente.
Mas percebendo isso, quero encontrar um equilíbrio pra mim. Algo que me mostre onde investir e onde colocar o pé no freio. Assim, ao final do ano vai ser mais fácil ter a dimensão quantitativa do quanto o desafio rendeu.
Mas percebendo isso, quero encontrar um equilíbrio pra mim. Algo que me mostre onde investir e onde colocar o pé no freio. Assim, ao final do ano vai ser mais fácil ter a dimensão quantitativa do quanto o desafio rendeu.



