Chegamos em Veneza às 15h e assim que saímos pela porta do aeroporto levamos um baita choque térmico. Aqui é frio d+ gente. Temperatura média por volta dos 2graus.
A primeira aventura foi a travessia para a ilha, onde fica o centro histórico e os principais pontos turísticos. Tivemos que pegar um barco e a maior emoção foi ver Veneza chegando aos poucos, seus canais, e suas construções antigas. É impressionante como tudo aqui tá no meio de tanta água.
Depois de chegarmos no hotel fomos dar uma volta para conhecer a cidade. É impossível seguir um mapa por aqui. Tudo é cheio de vielas, corredores, pontes e atalhos, e o mais legal disso tudo é sair andando sem rumo e descobrir um lugar lindo no meio do nada. Pedir informação é uma atração à parte. Alguns italianos, mesmo não sabendo a sua língua, fazem questão de ajudar, já outros, mal te respondem ou até fingem que não estão vendo. Uma característica marcante e é rabujice de alguns. Vira e meche se escuta dois italianos discutindo por pequenos motivos e eles saem andando falando sem parar.
Uma verdade é que eles são lindos e se vestem super bem. E também são bem caras de pau, cantam as mulheres descaradamente e oferecem preços menores às mais bonitas. Rsr
A cidade é encantadora. É um misto de sensações. Em alguns momentos parece assustadora e nostálgica, com suas construções muito antigas e mal conservadas em suas faixadas. Mas no conjunto, essas construções se tornam maravilhosas e emocionantes. As construções históricas, como a praça e a Basílica de são Marco, são lindas. As praças, com milhares de pombas gordas de tanto serem alimentadas por turistas, e as igrejas ricas em detalhes, com pilares gigantescos e lustres também enormes. Dentro delas você se sente como em um filme, voltando lá no séc. XVII.
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